About Ana Carolina Garganta: We need your help!

  • I can comment on it

  • I know the meaning

  • I can review it

  • I can translate it

Skip to video »
Genre not found
Artist not found
Album not found
Song not found
Garganta
by Ana Carolina

Minha garganta estranha quando não te vejo
Me vem um desejo doido de gritar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
Do teu quarto, da cozinha, da sala de estar

Veio madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar

Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura
As vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Vim parar nessa cidade, por força da circunstância
Sou assim desde criança, me criei meio sem lar
Aprendi a me virar sozinha,
E se eu 'to te dando linha é pra depois te ahh
Aprendi a me virar sozinha
E se eu 'to te dando linha é pra depois te abandonar

Aprendi a me virar sozinha
E se eu 'to te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu 'to te dando linha é pra depois te

Minha garganta estranha

Aprendi a me virar sozinha
E se eu 'to te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha
E se eu 'to te dando linha é pra depois te abandonar

Lyrics © Universal Music Publishing Group
Written by: JOSE ANTONIO FRANCO VILLEROY

Lyrics Licensed & Provided by LyricFind
To comment on specific lyrics, highlight them.

More Videos