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Cotidiano
Chico Buarque Lyrics


Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pr'eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pr'o jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio-dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pr'eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr'eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pr'eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pr'o jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio-dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pr'eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr'eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Lyrics © O/B/O APRA AMCOS
Written by: Francisco Buarque De Hollanda

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Isabela Silva

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã
Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café
Todo dia eu só penso em poder parar
Meio-dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão
Seis da tarde, como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão
Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor



Cassiano Varani

" Todo dia ela faz demore tudo igual, me acorda de madrugada " c.
Acordo
Lembro de tudo
Oque posso fazer para melhorar ?
Penso bem
E me decido
Por mudar
Não do bem, da paz, amor and luz
Diferente
Calmo
Feliz
Respeitador
Escutador
Falador
Estudador
Trabalhador
Na verdade
Faço tudo igual
Mais vocês entendem
Preciso
Sou louco por isto
A vida que escolhi para mim



maria joao santiago duarte

Calçada de Carriche
Luísa sobe,
sobe a calçada,
sobe e não pode
que vai cansada.
Sobe, Luísa,
Luísa, sobe,
sobe que sobe
sobe a calçada.
Saiu de casa
de madrugada;
regressa a casa
é já noite fechada.
Na mão grosseira,
de pele queimada,
leva a lancheira
desengonçada.
Anda, Luísa,
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
 
Luísa é nova,
desenxovalhada,
tem perna gorda,
bem torneada.
Ferve-lhe o sangue
de afogueada;
saltam-lhe os peitos
na caminhada.
Anda, Luísa.
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
 
Passam magalas,
rapaziada,
palpam-lhe as coxas
não dá por nada.
Anda, Luísa,
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
 
Chegou a casa
não disse nada.
Pegou na filha,
deu-lhe a mamada;
bebeu a sopa
numa golada;
lavou a loiça,
varreu a escada;
deu jeito à casa
desarranjada;
coseu a roupa
já remendada;
despiu-se à pressa,
desinteressada;
caiu na cama
de uma assentada;
chegou o homem,
viu-a deitada;
serviu-se dela,
não deu por nada.
Anda, Luísa.
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
Na manhã débil,
sem alvorada,
salta da cama,
desembestada;
puxa da filha,
dá-lhe a mamada;
veste-se à pressa,
desengonçada;
anda, ciranda,
desaustinada;
range o soalho
a cada passada,
salta para a rua,
corre açodada,
galga o passeio,
desce o passeio,
desce a calçada,
chega à oficina
à hora marcada,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga;
toca a sineta
na hora aprazada,
corre à cantina,
volta à toada,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga,
puxa que puxa,
larga que larga.
Regressa a casa
é já noite fechada.
Luísa arqueja
pela calçada.
Anda, Luísa,
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada,
sobe que sobe,
sobe a calçada,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
Anda, Luísa,
Luísa, sobe,
sobe que sobe,
sobe a calçada.
Poesias Completas (1956-1967)



Barocka Rockoco

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café


Todo dia eu só penso em poder parar
Meio dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Cada día ella siempre hace todo igual
Me despierta a las seis antes que el sol
Me sonrie con sonrisa puntual
Y me besa con boco de mentol

Todo el día ella dice "te has de cuidar"
Cosas que dice siempre una mujer
Dice que está esperándome a almorzar
Y me besa con boca de café

Todo el día yo pienso en poder parar
Al mediodía pienso en decir no
Luego pienso en la vida y continuar
Y me callo con boca de arroz

En la tarde, a las seis, era de esperar
Ella viene y me espera en el portón
Dice estar como loca por besar
Y me besa con boca de pasión

Cada noche me pide a su lado estar
Medianoche y me jura eterno amor
Y me aprieta hasta hacerme sofocar
Y me besa con boca de pavor


Composición: Chico



Paul Martinez

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor.



All comments from YouTube:

Vitor Almeida

Se uma coisa o brasileiro tem é sorte. Sorte de ter Chico Buarque. O cara é incrível

Kellen Batista

Vc foi muito Feliz nesse comentário! 👏👏

Maria Cecília Benedicto Benedicto

Concordo plenamente com você Vitor

Ricardo Gabriel

Concordo.

Bruno Oliveira

Eu não sei se sou burro ou só idiota, mas pra mim o conceito da música é claro, um cara exausto da rotina e que se mantem firme apenas pq precisa, não só por ele, mas tambem por sua esposa. Não acho que se trate de um relacionamento abusivo, apenas se passa num periodo merda da ditadura, os dois se amam mas ta foda suportar o cotidiano.

Marcos Aquino

Essa música é muito subjetiva kkkkk eu pessoalmente achava e ainda acho com menos força, que era um homem que queria parar de viver com sua atual esposa, mas quando ele chega em casa e vê tudo pronto, comida na mão e etc, o sentimento de acabar com aquilo esfria.
“Todo dia eu penso em parar, meio dia (suposto horário do almoço)eu só penso em dizer não Depois penso na vida pra levar e me calo com a boca de feijão (Aqui ele vê que a vida que ele vai levar vai ser difícil)”
Esse caso é muito comum, hoje em dia a gente vê muito casal que não se ama, mas não consegue terminar um relacionamento porque se acomoda a rotina.

Guilherme Lopes Petean

"E me calo a boca com feijão"

Danilo Ribeiro

@Dural Desgraçadão Virado na Cachaça contra pra mim aí d3sgrass4daumm, qual a fonte mais confiável eu devo acreditar? No relato das pessoas que vc acredita? No seu professor marxista de história? Hahahahaha me poupe ZÉ

Danilo Ribeiro

@Dural Desgraçadão Virado na Cachaça ué, eu tenho que acreditar no que então? Devo acreditar somente nas "vítimas" que sofreram perseguições naquela época? Não posso acreditar nos meus parentes não? Que louco vc ein tio, bastante hipócrita e incoerente essa ideia sua aí!

Dural Desgraçadão Virado na Cachaça

@Danilo Ribeiro E ainda por cima usa o argumento quebrado de que, um membro da minha família não sofreu por nada disso não importa o quanto de informação e dados existam nesse tema comprovando todos os males de censura, tortura e assassinato cometidos na ditadura
incluindo uma lista enorme de nomes e fotos de pessoas e lugares, sargentos e capitães
Ele só acredita no que o Tio dele do "Sertão de Minas" viveu por que com certeza é uma fonte mais confiável de informação

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