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Trovoa
Maurício Pereira Lyrics


We have lyrics for 'Trovoa' by these artists:

A Banda Mais Bonita da Cidade Minha cabeça trovoa Sob o meu peito eu te trovo e…
Metá Metá Minha cabeça trovoa Sob o meu peito eu te trovo e…

We have lyrics for these tracks by Maurício Pereira:

Florida Florida Vestida pra exagerar Do avesso Conforme o vento sopr…
Os Amigos ou o Coração É um Órgão O cérebro Válvula vulcânica, hidromecânica De escape: Uma bó…

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Gil Oliveira

Minha cabeça trovoa
Sob meu peito te trovo
E me ajoelho
Destino canções pros teus olhos vermelhos
Flores vermelhas, vênus, bônus
Tudo o que me for possível
Ou menos
(Mais ou menos)
Me entrego, ofereço
Reverencio a tua beleza
Física também
Mas não só
Não só

Graças a Deus você existe
Acho que eu teria um troço
Se você dissesse que não tem negócio
Te ergo com as mãos
Sorrio mal
Mal sorrio
Meus olhos fechados te acossam
Fora de órbita
Descabelada
Diva
Súbita
Súbita

Seja meiga, seja objetiva
Seja faca na manteiga
Pressinto como você chega
Ligeira
Vasculhando a minha tralha
Bagunçando a minha cabeça
Metralhando na quinquilharia
Que carrego comigo
(Clipes, grampos, tônicos)
Toda a dureza incrível do meu coração
Feita em pedaços

Minha cabeça trovoa
Sob teu peito eu encontro
A calmaria e o silêncio
No portão da tua casa no bairro
Famílias assistem tevê
(Eu não)
Às 8 da noite
Eu fumo um marlboro na rua como todo mundo e como você
Eu sei
Quer dizer
Eu acho que sei
Eu acho que sei

Vou sossegado e assobio
E é porque eu confio
Em teu carinho
Mesmo que ele venha num tapa
E caminho a pé pelas ruas da lapa
(Logo cedo, vapor… acredita?)
A fuligem me ofusca
A friagem me cutuca
Nascer do sol visto da vila ipojuca
O aço fino da navalha me faz a barba
O aço frio do metrô
O halo fino da tua presença

Sozinha na padoca em santa cecília
No meio da tarde
Soluça, quer dizer, relembra
Batucando com as unhas coloridas
Na borda de um copo de cerveja
Resmunga quando vê
Que ganha chicletes de troco

Lembrando que um dia eu falei
"Sabe, você tá tão chique
Meio freak, anos 70
Fique
Fica comigo
Se você for embora eu vou virar mendigo
Eu não sirvo pra nada
Não vou ser teu amigo
Fique
Fica comigo"

Minha cabeça trovoa
Sob teu manto me entrego
Ao desafio de te dar um beijo
Entender o teu desejo
Me atirar pros teus peitos
Meu amor é imenso
Maior do que penso
É denso
Espessa nuvem de incenso de perfume intenso
E o simples ato de cheirar-te
Me cheira a arte
Me leva a marte
A qualquer parte
A parte que ativa a química
Química

Ignora a mímica
E a educação física
Só se abastece de mágica
Explode uma garrafa térmica
Por sobre as mesas de fórmica
De um salão de cerâmica
Onde soem os cânticos
Convicção monogâmica
Deslocamento atômico
Para um instante único
Em que o poema mais lírico
Se mostre a coisa mais lógica

E se abraçar com força descomunal
Até que os braços queiram arrebentar
Toda a defesa que hoje possa existir
E por acaso queira nos afastar
Esse momento tão pequeno e gentil
E a beleza que ele pode abrigar
Querida nunca mais se deixe esquecer
Onde nasce e mora todo o amor



Kerolayne Almeida

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Trovoa

Mauricio Pereira



Minha cabeça trovoa
sob meu peito te trovo
e me ajoelho
destino canções pros teus olhos vermelhos
flores vermelhas, vênus, bônus
tudo o que me for possível
ou menos
(mais ou menos)
me entrego, ofereço
reverencio a tua beleza
física também
mas não só
não só

graças a Deus você existe
acho que eu teria um troço
se você dissesse que não tem negócio
te ergo com as mãos
sorrio mal
mal sorrio
meus olhos fechados te acossam
fora de órbita
descabelada
diva
súbita…
súbita…

seja meiga, seja objetiva
seja faca na manteiga
pressinto como você chega
ligeira
vasculhando a minha tralha
bagunçando a minha cabeça
metralhando na quinquilharia
que carrego comigo
(clipes, grampos, tônicos):
toda a dureza incrível do meu coração
feita em pedaços…

minha cabeça trovoa
sob teu peito eu encontro
a calmaria e o silêncio
no portão da tua casa no bairro
famílias assistem tevê
(eu não)
às 8 da noite
eu fumo um marlboro na rua como todo mundo e como você
eu sei
quer dizer
eu acho que sei…
eu acho que sei…

vou sossegado e assobio
e é porque eu confio
em teu carinho
mesmo que ele venha num tapa
e caminho a pé pelas ruas da Lapa
(logo cedo, vapor… acredita?)
a fuligem me ofusca
a friagem me cutuca
nascer do sol visto da Vila Ipojuca
o aço fino da navalha me faz a barba
o aço frio do metrô
o halo fino da tua presença

sozinha na padoca em Santa Cecília
no meio da tarde
soluça, quer dizer, relembra
batucando com as unhas coloridas
na borda de um copo de cerveja
resmunga quando vê
que ganha chicletes de troco

lebrando que um dia eu falei
"sabe, você tá tão chique
meio freak, anos 70
fique
fica comigo
se você for embora eu vou virar mendigo
eu não sirvo pra nada
não vou ser teu amigo
fique
fica comigo…"

minha cabeça trovoa
sob teu manto me entrego
ao desafio de te dar um beijo
entender o teu desejo
me atirar pros teus peitos
meu amor é imenso
maior do que penso
é denso
espessa nuvem de incenso de perfume intenso
e o simples ato de cheirar-te
me cheira a arte
me leva a Marte
a qualquer parte
a parte que ativa a química
química…

ignora a mímica
e a educação física
só se abastece de mágica
explode uma garrafa térmica
por sobre as mesas de fórmica
de um salão de cerâmica
onde soem os cânticos
convicção monogâmica
deslocamento atômico
para um instante único
em que o poema mais lírico
se mostre a coisa mais lógica

e se abraçar com força descomunal
até que os braços queiram arrebentar
toda a defesa que hoje possa existir
e por acaso queira nos afastar
esse momento tão pequeno e gentil
e a beleza que ele pode abrigar
querida nunca mais se deixe esquecer
onde nasce e mora todo o amor



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Gil Oliveira

Minha cabeça trovoa
Sob meu peito te trovo
E me ajoelho
Destino canções pros teus olhos vermelhos
Flores vermelhas, vênus, bônus
Tudo o que me for possível
Ou menos
(Mais ou menos)
Me entrego, ofereço
Reverencio a tua beleza
Física também
Mas não só
Não só

Graças a Deus você existe
Acho que eu teria um troço
Se você dissesse que não tem negócio
Te ergo com as mãos
Sorrio mal
Mal sorrio
Meus olhos fechados te acossam
Fora de órbita
Descabelada
Diva
Súbita
Súbita

Seja meiga, seja objetiva
Seja faca na manteiga
Pressinto como você chega
Ligeira
Vasculhando a minha tralha
Bagunçando a minha cabeça
Metralhando na quinquilharia
Que carrego comigo
(Clipes, grampos, tônicos)
Toda a dureza incrível do meu coração
Feita em pedaços

Minha cabeça trovoa
Sob teu peito eu encontro
A calmaria e o silêncio
No portão da tua casa no bairro
Famílias assistem tevê
(Eu não)
Às 8 da noite
Eu fumo um marlboro na rua como todo mundo e como você
Eu sei
Quer dizer
Eu acho que sei
Eu acho que sei

Vou sossegado e assobio
E é porque eu confio
Em teu carinho
Mesmo que ele venha num tapa
E caminho a pé pelas ruas da lapa
(Logo cedo, vapor… acredita?)
A fuligem me ofusca
A friagem me cutuca
Nascer do sol visto da vila ipojuca
O aço fino da navalha me faz a barba
O aço frio do metrô
O halo fino da tua presença

Sozinha na padoca em santa cecília
No meio da tarde
Soluça, quer dizer, relembra
Batucando com as unhas coloridas
Na borda de um copo de cerveja
Resmunga quando vê
Que ganha chicletes de troco

Lembrando que um dia eu falei
"Sabe, você tá tão chique
Meio freak, anos 70
Fique
Fica comigo
Se você for embora eu vou virar mendigo
Eu não sirvo pra nada
Não vou ser teu amigo
Fique
Fica comigo"

Minha cabeça trovoa
Sob teu manto me entrego
Ao desafio de te dar um beijo
Entender o teu desejo
Me atirar pros teus peitos
Meu amor é imenso
Maior do que penso
É denso
Espessa nuvem de incenso de perfume intenso
E o simples ato de cheirar-te
Me cheira a arte
Me leva a marte
A qualquer parte
A parte que ativa a química
Química

Ignora a mímica
E a educação física
Só se abastece de mágica
Explode uma garrafa térmica
Por sobre as mesas de fórmica
De um salão de cerâmica
Onde soem os cânticos
Convicção monogâmica
Deslocamento atômico
Para um instante único
Em que o poema mais lírico
Se mostre a coisa mais lógica

E se abraçar com força descomunal
Até que os braços queiram arrebentar
Toda a defesa que hoje possa existir
E por acaso queira nos afastar
Esse momento tão pequeno e gentil
E a beleza que ele pode abrigar
Querida nunca mais se deixe esquecer
Onde nasce e mora todo o amor

Rafael Loiola

deus, que letra eh essa???
fodaaaaa

Tamily Braga

Giiiiiill!!

Anna Prado

Agradeço!

guilherme henrique Fernandes dos Santos

Conheci essa música em um ônibus em Curitiba por um músico de rua

Diego Corea

Que espetacular hein Guilherme. Dá até inveja imaginando esse momento seu, vendo o artista decantando esse clamor e vc imaginando...cara, que isso, que coisa linda é essa? É dele? E ele tá na rua?

Ana Salles

Por acaso foi o Adolfo que estava cantando?

Selton Tomaz

Conheci essa música ontem e não paro de ouvir desde então

Juanito

Desde que conheci volto aqui toda semana

Marco Vega

Es el poema más bello
Quiero traducir al castellano pero es un poco complicado es maravilloso, me gustaría que más gente lo pueda conocer, yo si entiendo y hablo portugués pero escribir me cuesta mucho.
Un beso a toda la gente con la que comparto la misma meta física

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