Frevo Mulher
Alceu Valença Lyrics


Sai, sai, sai, vai (hey)
Tiriri, tiriri
Oh eô, oh eô, oh eô

Quantos aqui ouvem os olhos eram de fé
Quantos elementos amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno outro verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão
Gemeram entre cabeças na ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão (solidão)

Veneno meu companheiro desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor
Meu amor, meu amor, sai do chão

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
Um, um, um

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

Laiá lalaiá

(Lalaiá) oh eô, oh eô, oh eô (vai)

Quantos aqui ouvem os olhos eram de fé, de fé, de fé
Quantos elementos amam aquela mulher

Quantos homens eram inverno outro verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão

(Simbora)
Gemeram entre cabeças na ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão (solidão)

Veneno meu companheiro desata no cantador (no cantador)
E desemboca no primeiro açude do meu amor
Meu amor, meu amor, simbora São Paulo

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
Um, um, um

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

Eh, eh, eh

Quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

Tchau, tchau tchau tchau
Simbora
Laralaraê (laiá lalaê)

(La eh oh) oh eô, oh eô, oh eô (vai)
Oh oh oh (palma da mao)
(Oh eô, oh eô, oh eô)
(Sai)
(Oh eô, oh eô, oh eô)

(Oh eô, oh eô, oh eô)

Obrigado gente

Lyrics © Warner Chappell Music, Inc.
Written by: Jose Ramalho Neto

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NATÁLIA MELO

Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno, outros verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão
Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão
Veneno, meu companheiro desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor
É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um
Vocês (é quando o tempo sacode a cabeleira)
(A trança toda vermelha)
(Um olho cego vagueia procurando por um) beleza
Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé, de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno outros verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão
Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão
Veneno, meu companheiro desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor



Joanna De Angelis

Quantos aqui ouvem
Os olhos eram de fé
Quantos elementos
Amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno
Outros verão
Outonos caindo secos
No solo da minha mão
Gemeram entre cabeças
A ponta do esporão
A folha do Não-Me-Toque
E o medo da solidão
Veneno meu companheiro
Desata no cantador
E desemboca no primeiro
Açude do meu amor
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um
Quantos aqui ouvem
Os olhos eram de fé
Quantos elementos
Amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno
Outros verão
Outonos caindo secos
No solo da minha mão
Gemeram entre cabeças
A ponta do esporão
A folha do Não-Me-Toque
E o medo da solidão
Veneno meu companheiro
Desata no cantador
E desemboca no primeiro
Açude do meu amor
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um
É quando o tempo sacode
A cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia
Procurando por um



Lay Lima

Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno, outros verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão

Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão
Veneno, meu companheiro desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

Vocês (é quando o tempo sacode a cabeleira)
(A trança toda vermelha)
(Um olho cego vagueia procurando por um) beleza

Quantos aqui ouvem, os olhos eram de fé, de fé
Quantos elementos amam aquela mulher
Quantos homens eram inverno outros verão
Outonos caindo secos no solo da minha mão

Gemeram entre cabeças, a ponta do esporão
A folha do não-me-toque e o medo da solidão
Veneno, meu companheiro desata no cantador
E desemboca no primeiro açude do meu amor

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um

É quando o tempo sacode a cabeleira
A trança toda vermelha
Um olho cego vagueia procurando por um



All comments from YouTube:

Raf Jones

QUE ORGULHO DE SER NORDESTINO! 😍

Renato Santos

@Nivaldo Sena dos Santos firme, meu caro.

Renato Santos

@Nivaldo Sena dos Santos Valeu, meu caro

Nivaldo Sena dos Santos

Renato Santos. Esse galope novo Na sua cola é bom demais
Novidade boa

Juliana Amaral Camilo Juliana

Deve ser maravilhoso,são muito alegres ,sou apaixonada com o povo nordestino ❤️

78 More Replies...

Geovane Torres

O poder da arte é incrível! Não há como ser Nordestino e não ter orgulho disso, não há como não ser Nordestino e não querer o ser uma vez na vida ou por toda ela!

Jefferson Thiago

Minha vida se resume a esse sentimento!!

Cicero Mota

O sentimento de nordestinidade chega a doer de emoção.

Daniel Dantas Marinho de Oliveira

@Fabricio Assuncao amo.essa Cultura Também sou Amazonense é Amoooooooo o Nordeste

Socorro Franco

Cícero

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