Genre not found
Artist not found
Album not found
Song not found

Canção do Mar
Dulce Pontes Lyrics


Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Lyrics © Kobalt Music Publishing Ltd., Warner Chappell Music, Inc.
Written by: Francisco Trinidade, Joaquim Brito

Lyrics Licensed & Provided by LyricFind
To comment on specific lyrics, highlight them
Most interesting comments from YouTube:

Silvio Silva

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa - Mensagem. Poema X Mar Português. Edições Ática: Lisboa. 1959.



Jodeci JJ

Letras, pra quem está tipo eu, sem entendendo nada kkk

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo



Eder Luis Dias Rocha

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo



Mostefa Hadjadj

Dulce Pontes

D'où venez-vous petite fée Dulce ?
D'UNE TOUTE AUTRE PLANETE...C'est certain !!!
Merci infiniment pour cette sublime interprétation...Je dirais même cantique...qui remue...qui dérange...qui interpelle...qui fait frissonner...
Je sens profondément que vous y avez mis tout votre cœur...votre foi...vos tripes... !
Notre monde est bien malade...Dulce...Plus que jamais dans l'histoire de l'humanité...et cela semble sortir comme un cri de détresse du plus profond de votre être !
Encore mille mercis Luce d'uncle Stef de Toronto...
Gros hug à vous qui pourriez être ma fille ...
N.B. En ces fêtes de fin d'année 2022, je vous souhaite le meilleur à vous ainsi qu'à tous ceux que vous portez dans votre cœur de même qu'à tous ceux qui ont fait votre éloge bien mérité...dans cet espace commentaires.



Carlos Maza

Fui a bailar en mi barco
Más allá del mar cruel
Y el mar bramando
Dice que fui a robar
La luz sin par
De tu mirar tan lindo

Ven a saber si el mar tendrá razón
Ven aquí a ver bailar mi corazón

Si bailo en mi barco
No voy al mar cruel
Y no le digo a dónde fui a cantar
Sonreír, bailar, vivir, soñar contigo

Ven a saber si el mar tendrá razón
Ven aquí a ver bailar mi corazón

Si bailo en mi barco
No voy al mar cruel
Y no le digo a dónde fui a cantar
Sonreír, bailar, vivir, soñar contigo



K R

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa



Cerin Amroth

Há cerca de 250 anos atrás um homem chamado João Homem da Costa deixou sua ilha, do arquipélago dos Açores, junto com sua mulher e filha de colo, deixando tudo em busca de uma nova vida no Brasil. Era início dos anos 1750. A vida em Açores era difícil: superpopulação em ilhas pequenas, vulcão em possibilidade de erupção, terras não suficientes pra alimentar uma população daquele tamanho, fome em larga escala.

Um navio foi cedido pela Corte Portuguesa assim como os custos com a travessia. A promessa era de ferramentas e um chão fértil para plantar e colher em troca de que fixassem residência no local, antes que a Espanha tivesse a ideia de tomar para si toda aquela extensão de terra. Junto com dezenas de outros, João e família partiram rumo a essa promessa.

Aquele navio, como todos os outros de sua época com mesmo destino e função, estava apinhado de gente; era sujo, mal iluminado, com água potável escassa e mal ventilado. Naquela viagem de semanas enfrentando o céu e o mar, muitos pereceram de doenças, fome, sede, às vezes frio, a maioria crianças. As vezes, famílias inteiras. Seus corpos, para sempre, sepultados ao mar. Alguns outros, já esgotados da viagem, sobreviveram o suficiente para morrerem pouco tempo depois de chegarem em terra firme.

Deles não existe lembrança e em muitos casos nem nomes pois sua vida, história e sonhos morreram com eles.

Mas houve sobreviventes e João, sua mulher e filha, assim como algumas outras famílias, tiveram esta sorte. Estes sobreviventes em terras brasileiras enfrentaram novas dificuldades, algumas com possibilidades mortais, como a invasão espanhola na cidade em que João (agora com 4 filhos) havia decidido viver no sul do Brasil.

Apesar de todas as intempéries da vida, o sonho dos Homem da Costa em buscar uma vida mais feliz era uma luz que não se apagava.

Sou a sétima geração, descendente de João Homem da Costa e Catharina Antônia da Ilha Terceira dos Açores, Praia da Vitória. Seu filho mais novo, André, é meu Pentavô. Distante, talvez, mas o sangue que corria nas suas veias também corre nas minhas.

Tudo o que fazemos HOJE tem consequências não só nas nossas vidas de forma imediata, mas causa repercussão em anos, décadas, séculos a frente, gerações que hão de vir. Se estou aqui hoje, se nasci em terras tupiniquins foi por causa da decisão daquela família, ha mais de 2 séculos atrás, em deixar Açores.

Toda vez que ouço esta linda música, sua a melodia me traz uma nostalgia, me atrevo a dizer até angústia, como se o mar representasse algo difícil, cruel e solitário. Imagino o sentimento de tantos que enfrentaram a ferocidade do mar tentando alcançar o Novo Mundo.



All comments from YouTube:

lucie gouville

Eu sou francesa. Eu gosto muito do português. É uma língua bonita. Eu tento de aprender. Falo espanhol italiano e inglês. Também gostaria de falar português. Posso ler... mais é díficil falar. Besos irmãos portugueses e brasileiros. Todos somos latinos. Falamos boas línguas.

C. Bueno

¡Muy bien! Me inspiras a aprender más y amar los idiomas y culturas. Veillez bien laisser au vent tout commentaire banale qui ne fait que transparaître l'envie qui entraîne les esprits remplis de creux et comblés de vide. Siga seu caminho rumo ao cimo de seus sonhos e objetivos. Não há conhecimento que não seja poder.

lucie gouville

@Pai e filho Games merci!

Pai e filho Games

Viva la france👏👏👏

DE Presidência USE SP

Eu queria aprender Francês!

Safa Pasazade

Türkçe

104 More Replies...

Silvana Souto

Essa música deveria ser um patrimônio cultural de Portugal. Letra e voz na mais perfeita sintonia. A alma sai do corpo de tanta emoção. São os relatos de uma brasileira apaixonada pela cultura Portuguesa. Nossa rica linguagem que nos trás tanto orgulho de nossos ancestrais. 🇧🇷🇵🇹

Fernanda Alves

Está música é de Amália Rodrigues não de Dulce Pontes que a canta neste vídeo mas que também tem uma voz lindíssima.

Vervídeos giros

@Professor Phillipe Que javardo!

Helder Ferreira

Concordo plenamente

More Comments

More Videos